Filosofias, cotidiano, pensamentos e vida. O homem como centro do mundo!

domingo, 17 de junho de 2007

Teoria do amor

Em uma tarde dessas, vinha eu caminhando num dia de domingo, senti um frio no corpo, então parei e sentei bem ao lado de uma flor branca que exalava beleza e um cheiro de melancolia. Com isso, fiquei por lá sem saber que horas era nem se elas se passavam ao longo de minha vida. Senti que respirava um ar de medo e solidão. O que será isso? Será ilusão de meus pensamentos? Ou terá, eu, o eterno pecado de não viver?

Aos poucos as pétalas foram caindo, uma após outra num ritmo que simbolizava as minhas batidas cardíacas que soavam fortes como tambores em turbulência. Meus pensamentos foram ao fundo de meu coração procurar por algo que sufocasse minha solidão e, à medida que procurava, adentrava mais e mais fazendo com que o meu psicológico mergulhasse nas sombras de meus pensamentos a fim de encontrar uma solução. Ora, qual resposta posso achar, se esta é restrita apenas ao meu interior? Perguntei à linda flor.

Passei alguns minutos em profundo silêncio junto aos meus olhos fechados em direção ao céu, e nada de respostas. Quando os abri, observei que as pétalas caiam sobre um caminho com água corrente, sem nenhuma ação, meu pensamento, involuntariamente, dirigiu-se ao longo do caminho e passei a perceber que esse sentimento não se restringe ao meu interior mas também fica a luz da minha estrada, ou seja, do meu lado exterior. Com isso, tive uma visão. Parecia que todas as pétalas gritavam lá de longe: "corra atrás do que se pode ganhar por toda a eternidade, pois essa é a maior de todas as razões e o terreno de amanhã é incerto de mais para os humanos sem Amor!"

Assim, não restavam dúvidas, precisava ir a procura! Longe ou perto, não sei. Isto, talvez seja o maior desafio humano: procurar alguém em que possamos viver o Amor, através de renúncias e complementos. Mas o que torna mais empolgante é saber que a nossa procura está bem perto de nós, ou seja, nas pequenas coisas que tornam nosso coração cheio de alegria e liberdade, fazendo com que esse sentimento seja atingido segundo o plano mais alto. Nesse sentido Einstein tinha razão quando afirmou: "o amor é a mais alta razão" o que nos leva a concluir que o Amor não se aprende mas se vive entre as estrelas pois "só quem ama tem ouvido capaz de ouvir e entender estrelas" já dizia o eterno Olavo Bilac.
por Dênio Cardoso

domingo, 3 de junho de 2007

Aguarde!

Em breve estaremos, Dênio e eu, João Batista, escrevendo textos sobre filosofia, sentimentos e fatos cotidianos da vida, colocando sempre o homem como o centro de tudo, claro!

Abraço!